A oficina “Libras I na dança” é uma oficina que visa fomentar a Libras (Língua Brasileira de Sinais) entre o movimento proposto pelos dançarinos contemporâneos em suas criações. A oficina em formato virtual será condicionada por uma passagem histórica da língua de sinais no mundo, poesia e músicas interpretadas em Libras e o movimento sinalizado dançado.
A roda de conversa sobre “Dançar e resistir: os vídeos ‘curtinhos’ das mídias sociais como forma de difusão e modos de fazer” é encontro entre as linguagens das Danças de Resistência, estudo de Julia Baker e as Danças na Palma da Mão, estudo de Vanessa Hassegawa. A proposta desta atividade é realizar um bate-papo reflexivo com artistas da cena sobre corpo e movimento, a partir das circunstâncias de seus territórios. O encontro pretende abrir conversas entre espaços cênicos, as danças vernaculares contemporâneas e as mídias sociais.
Encontro de exploração do vídeo como ferramenta de composição coreográfica a partir de capturas de cenas da cidade, para estudar conceitos de movimento aplicados tanto no corpo como na tela que possam servir na criação de um video dança.
A oficina propõe uma imersão cênica a partir de alguns princípios da dança/teatro em arquiteturas físicas diversas auxiliando uma pesquisa autoral de uma pesquisAÇÃO INvencionista inspirada nos processos criativos desenvolvidos pelo Coletivo INventários a partir da construção de solos performance com o uso verbal e não verbal obtendo estratégias variadas de composições cênicas. Um trabalho direcionado a pessoas artistas da cena e artistas visuais com base na construção de partituras físicas geradas a partir de verbos que impulsionam a construção das mesmas. Fluxo do corpo, movimento, energia, dinâmica, são alguns dos aspectos fundamentais a serem trabalhados neste encontro. Buscamos dialogar com os fios das memórias que nos trouxe até aqui, um mosaico de histórias, uma dança/teatro não hegemônica refletindo entre o local e o global com referências e culturas que narram as nossas origens; uma pulsão de vida presente nos nossos corpos, que dá o tom da nossa existência no aqui e agora para nossa Corpa-Casa-Território e nosso Corpo-Casa-Terrítório.
Através de investigações perceptivas, improvisações do corpo e composições cênicas, a artista do movimento, arquiteta e urbanista, e videoartista Cib Maia e a doutora em arquitetura e urbanismo, e fotógrafa Paola Campos, propõem um encontro pela região do Santê em BH para trocas de experiências entre pessoas que se interessam pelo movimento em todas as suas instâncias, para estudos correlacionados entre fisicalidades, noções distintas de espacialidades e conceitos distópicos para montagens audiovisuais simplificadas de videodanças e videoartes experimentais. Quem quiser também poderá acompanhar todas as ações pelas mídias sociais desta proposta transdisciplinar e interativa, que envolve 3 eixos artísticos: Dança, Arquitetura e Audiovisual.
Improvisações videográficas é uma oficina que propõe a reflexão sobre os diálogos e as afinidades entre os conceitos de vídeo e de improvisação cênica. O objetivo da proposta é abrir espaços para se olhar a criação videográfica a partir do fazer da improvisação em dança, ou seja, perceber a ilha de edição como um espaço possível de improvisação, como uma porta aberta para adentrar poeticamente o campo da fabulação, no qual as relações se fazem durante o fazer, durante a experimentação.